|
Dia
|
Semana
|
Horário
|
Atividade
|
Local
|
|
1-5
|
Segunda-feira
|
15 h
|
Retiro dos Padres da Arquidiocese
|
Santa Izabel
|
|
06/7
|
Sábado
|
13 h
18 h
|
Estudo do Catecismo
Casamento na Matriz
|
Santa Maria
|
|
07/7
|
Domingo
|
08 h
10 h
16 h
19 h
|
Missa N. Senhora Medianeira
Festa Comunidade Sag. Coração
Missa Santo Antonio
Missa Nossa Sra Rainha da Paz
|
Recreio
Caramuru
Garrafão
Santa Maria
|
|
09/7
|
terça-feira
|
18 h
|
Missa São Francisco
|
Rio Novo
|
|
10/7
|
quarta-feira
|
18 h
|
Missa Nossa Sra. da Penha
|
Rio Taquarinha
|
|
11/7
|
quinta-feira
|
19 h
|
Missa Nossa Sra. Rainha da Paz
|
Santa Maria
|
|
12/7
|
sexta-feira
|
18 h
|
Missa Nossa Sra. Bom Parto
|
Rio Bonito
|
|
13/7
|
Sábado
|
19 h
|
Missa
Espírito Santo
|
Vila Jetibá
|
|
14/7
|
Domingo
|
08 h
10 h
16 h
|
Missa Nossa Sra. Rainha da Paz
Primeira Eucaristia N. Sra Penha
Missa São Francisco
|
Santa Maria
Rio Claro
C. Aparecida
|
|
16
|
terça-feira
|
19 h
|
Missa são Luiz Gonzaga
|
S. Luiz
|
|
17/7
|
quarta-feira
|
18 h
|
Missa Santo Antônio
|
Garrafão
|
|
18/7
|
quinta-feira
|
19 h
|
Missa Nossa Sra Rainha da Paz
|
Santa Maria
|
|
19/7
|
sexta-feira
|
18 h
|
Missa Cristo Rei
|
Alto S. Maria
|
|
20/7
|
Sábado
|
16 h
|
Missa N. Sra Perpétuo Socorro
|
Rio Lamego
|
|
21/7
|
Domingo
|
10 h
16 h
19 h
|
Primeira Eucaristia São Francisco
Missa Santa Rita de Cássia
Missa Nossa Sra Rainha da Paz
|
S. João Garrafão
Rio Possmoser
Santa Maria
|
|
24/7
|
quarta-feira
|
|
Papa Francisco em Aparecida
|
São Paulo
|
|
25/7
|
quinta-feira
|
19 h
|
Missa Nossa Sra Rainha da Paz
|
Santa Maria
|
|
26/7
|
sexta-feira
|
18 h
|
Missa Nossa Sra Aparecida
|
Recreio
|
|
27/7
|
Sábado
|
09 h
18 h
|
Reunião em Vitória
Missa Santíssima Trindade
|
Belém
|
|
28/7
|
domingo
|
08 h
10 h
|
Missa Nossa Sra Rainha da Paz
Missa são Sebastião
|
Santa Maria
Recreio
|
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Agenda Paroquial julho de 2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
Gaudium et Spes
“As alegrias e as esperanças, as
tristezas e as angustias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos
aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e
angustias dos discípulos de Cristo; e não há realidade alguma verdadeiramente
humana que não encontre eco no seu coração. Porque a sua comunidade é formada
por homens, que, reunidos em Cristo, são guiados pelo Espírito Santo na sua
peregrinação em demanda do Reino do Pai, e receberam a mensagem da salvação para
comunicar a todos. Por este motivo, a Igreja sente-se real e intimamente ligada
ao gênero humano e à sua historia.”
Assim
começa esta Constituição Pastoral do Concilio Vaticano II que recebeu 2.309
votos favoráveis, 75 contrários e 07 nulos em sua ultima votação dia 07 de
dezembro de 1965. O Papa Paulo VI afirmou em sua homilia no Natal do mesmo ano
que “ o encontro da Igreja com o mundo atual foi descrito em páginas admiráveis
na ultima constituição do concilio. Toda pessoa inteligente, toda alma honrada
deve conhecer estas páginas”. Com certeza ainda hoje o conteúdo deste documento
conciliar deve nos ilumina no diálogo com o mundo moderno do nosso século.
Na
sua primeira parte a Gaudium Et Spes fala sobre a Igreja e a vocação do Homem;
ressaltando a dignidade da pessoa humana, sua comunidade, sua atividade e o
papel da Igreja no mundo. A segunda parte aborda alguns problemas mais
urgentes, como a promoção da dignidade do matrimonio e da família, a promoção
do progresso cultural, a vida econômica-social, a vida da comunidade política e
a promoção da paz e da comunidade internacional.
A
Doutrina Social da Igreja tem uma riqueza enorme de documentos pontifícios que
trazem para nós o pensamento dos sumos pontífices sobre os desafios da Igreja e
da sociedade de um modo geral, estudando estes escritos, percebemos que a nossa
Igreja nunca esteve alheia aos desafios da sociedade; inspirada na Bíblia e na
Tradição, nossos pastores vão nos orientando num diálogo permanente com a
sociedade de nosso tempo. A Rerum Novarum de Leão XIII (15 de maio de 1891 abriu um caminho de estudo da questão social à
luz da doutrina cristã, depois desta Enciclica, outros documentos foram
publicados: Mater ET Magistra de João XXII, Pacem in Terris de João XXIII,
Ecclesiam Suam de Paulo VI, Populorum Progressio de Paulo VI, Octogesima
Adveniens de Paulo VI, Laborem Exerens de João Paulo II e Sollicitudo Rei Socialis.
Sobretudo
depois do Concilio Vaticano II, a Igreja Católica no Brasil passou por uma
grande renovação, as Ceb’s se firmaram como um novo jeito de ser Igreja, a
Campanha da Fraternidade se fortaleceu com temas sociais e o diálogo ecumênico
está crescendo no meio de nossas comunidades eclesiais. Tudo isto motivado pelo
constante estudo bíblico e ação pastoral de nossos leigos em comunhão com os
padres, bispos, diáconos, religiosos.
PADRE ERMINDO RAPOZO DE ASSIS
terça-feira, 14 de maio de 2013
Sacrosanctum Concilium, 50 anos!
Neste ano de 2013
celebraremos 50 anos que foi promulgada,
pelo Concílio Vaticano II,a Carta Magna sobre a Sagrada Liturgia, intitulada Sacrosanctum Concilium que trouxe uma nova vida para a Igreja e para a
vida litúrgica:
- Renovou a maneira
e o jeito de celebrar e introduziu nas celebrações a língua do povo;
- Recuperou a
riqueza da da Palavra de Deus nas
celebrações litúrgicas;
- Colocou no centro
da liturgia a memória do Mistério Pascal de Cristo;
- A Sacrosanctum Concilium nos lembrou que pelo batismo, como povo
sacerdotal somos sujeitos da ação
litúrgica, por isso, todos somos chamados
à participação ativa e consciente na celebração dos sagrados mistérios ;
- Recordou que
Jesus Cristo Ressuscitado está presente nas celebrações e em quem preside a nossa oração;
- Trouxe alegria ao
lembrar que a liturgia é a fonte da vida, da espiritualidade e da missão;
- A Sacrosanctum Concilium relembrou que na
celebração litúrgica se realiza a
glorificação de Deus Pai e a santificação da humanidade;
- Valorizou as
equipes de liturgia que preparam e animam as celebrações e revalorizou os ministérios litúrgicos dos que
acolhem as pessoas, preparam o altar, animam o canto, proclamam as leituras,
cantam os salmos, ajudam na participação ativa e consciente da assembléia;
- A Sacrosanctum Concilium pediu que nas
celebrações fossem valorizadas a cultura, a história e a vida do povo e que
tudo fosse feito para fazer a liturgia compreensível e o povo dela pudesse participar consciente;
- Recordou que o
canto e a música fazem parte da celebração e devem estar ligados à ação
litúrgica e que por meio deles acontece
a glorificação do Pai e a santificação dos fiéis.
A promulgação da
Constituição litúrgica marcou, na vida da Igreja, uma etapa de fundamental
importância para a promoção e o desenvolvimento da Liturgia. A Igreja que,
animada pelo sopro do Espírito, vive a sua missão de “sacramento, isto é, sinal
e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o gênero humano”,
encontra na Liturgia a mais alta expressão de sua realidade de mistério.
Esta renovação
litúrgica irmãos e irmãs nos convida a avançarmos ainda mais no cultivo da
escuta da Palavra de Deus, na participação ativa e consciente na liturgia e nas
celebrações comunitárias, orantes e centradas no Mistério Pascal de Cristo.
Maria José Gonçalves Agente de Pastoral Litúrgica
Coordenadora da Equipe de Liturgia Paróquia virgem Maria de Itacibá-
Cariacica-ES
terça-feira, 16 de abril de 2013
sexta-feira, 1 de março de 2013
A BIBLIA, o coração que impulsiona a vida da Igreja.
A
Constituição Dogmática DEI VERBUM que compõem o elenco dos documentos aprovados
no Concilio Ecumênico Vaticano II, realizado a cinquenta anos atrás em Roma,
trouxe para toda a Igreja católica a uma revalorização da Bíblia, como fonte da
Divina Revelação. Sem esquecer a verdadeira Tradição e o Magistério, os padres
conciliares elaboraram uma Constituição que é um verdadeiro tesouro para todos
nós, sejam leigos, padres, catequistas, diáconos, bispos, religiosos e
animadores de comunidades. O texto final foi aprovado em 18 de novembro de
1965, tendo recebido 2.344 votos a favor e seis contra.
O grande objetivo do Concilio
era difundir a Palavra de Deus, obedecendo ao mandamento de Jesus Cristo: “Ide pelo
mundo inteiro e anunciai a Boa Nova a toda criatura!” (Mc 16,15). Logo no
inicio aparece a sua finalidade: “propor a genuína doutrina sobre a Revelação
divina e sua transmissão, para que o mundo inteiro, ouvindo, creia, crendo
espere, e esperando ame” (Dei Verbum 1). Chama-se Constituição Dogmática por
que trata de questões de fé e contém os fundamentos da Teologia da Revelação.
Sua
estrutura está divida do seguinte modo:
·
PROÊMIO que nos introduz no tema central do
documento.
·
Capitulo I que fala da natureza e objeto da
Revelação: sua preparação, sua plenitude em Jesus Cristo, como a Revelação deve
ser recebida na Fé e fala das Verdades Reveladas.
·
Capítulo II que fala da transmissão da Divina
Revelação, apresenta os Apóstolos e seus Sucessores como pregadores do
Evangelho, afirma para nós que os ensinamentos dos Apóstolos progride na Igreja
sob a assistência do Espírito Santo e que esta Tradição tem mutua relação com a
Sagrada Escritura. “ O oficio de interpretar autenticamente a Palavra de Deus
foi confiado unicamente ao Magistério vivo da Igreja, cuja autoridade se exerce
em nome de Jesus Cristo.” (Dei Verbum 10).
·
Capítulo III traz a inspiração divina da Sagrada
Escritura e sua interpretação: A Bíblia é uma só e sua unidade é o fundamento
sobre o qual repousa sua interpretação teológica. O método histórico - critico
de pesquisa foi muito valorizado pelos padres conciliares.
·
Os capítulos IV e V tratam respectivamente do
Antigo e do Novo Testamento. O Primeiro Testamento contém um retrato da
História da Salvação e serviu para preparar a chegada de Jesus Cristo que veio
inaugurar o Reino de Deus, como é descrito no Segundo Testamento.
·
No VI capítulo encontramos a afirmação de que a
Igreja sempre venerou as divinas Escrituras, da mesma forma como o próprio
Corpo do Senhor e muito explicito o convite ao aprofundamento da Palavra de
Deus através da tradução da Bíblia para todos os idiomas.
·
Por fim temos o Epílogo e a Promulgação pela sua
Santidade, o papa Paulo VI.
Padre Ermindo Rapozo
de Assis
Assinar:
Postagens (Atom)

