quinta-feira, 7 de julho de 2011

Nossa Senhora do Ssmo Sacramento



Padre Julio Maria era um grande incentivador da devoção mariana, escreveu muitos livros neste sentido. Sua espiritualidade era Eucarística Mariana, assim ele fundou as tres congregações religiosas, duas de irmãs e um de padres e irmãos.

Seminário



Andano neste corredor interno da Casa Mãe do Instituto dos Missionários Sacramentinos de Nossa Senhora, os noviços imaginavam a missão em terras disantes, como no Continente Áfricano, onde o fundador, Padre Julio Maria de Lombaerde, esteve ainda nos primeiros anos de missionário.

Neste predio, moravam os novicios sacramentinos no ano de 1986. O Mestre do Nviciado era Padre Domicio Herculano Silvera Barros. Eu fazia parte da trurma de 11 novicios,desta turma, apenas 4 fizeram a profissão dos votos temporários, depois somene dois fizeram a profissão dos votos perpetuos, entre os que sairam, 4 se ordenaram padres.

Igreja Matriz



Esta é a Igreja do bom Jesus, onde Padre Julio Maria, fundador da Congregação, foi o primeiro pároco de Manhumirim MG

Passeio no Seminario de Manhumirim MG



Este é o predio do Seminário dos Padres Sacramentinos de Nossa Senhora, onde eu fiz o ensino medio entre os anos de 1983 e 1985

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Homilia Semana de oração pela unidade dos cristãos



Neste tema da Semana de Oração pela unidade dos cristãos, encontramos em primeiro lugar a Palavra de Deus que era anunciada pelos apóstolos, em segundo lugar, aparece a comunhão fraterna entre os primeiros seguidores de Jesus Cristo; já em terceiro lugar, temos a fração do pão, lembrando a nova aliança que Jesus realizou com sua morte e ressurreição. O quarto aspecto é a atitude constante de oração.
1º - A palavra de Deus que era anunciada pelos apóstolos
 Não era um simples discurso humano, baseado num entrelaçamento de argumentos racionais. A palavra anunciada pelos apóstolos é expressão da vontade divina, que inspirados pelo Espírito Santo, os apóstolos anunciavam a todas as nações.
A multidão que ouvia estas palavras ficava admirada com tanta sabedoria que vinha de homens simples do povo. Muitos, que ainda não tinham ouvido falar de Jesus, abraçavam a fé cristã, baseado nos ensinamentos dos apóstolos.

2º - A comunhão fraterna entre os cristãos
 “Deus espera que os dons de cada um se repartam com amor no dia-a-dia”. Assim fala um dos hinos mais conhecidos entre os católicos. Precisamos repartir com amor o pouco que temos, pois entre nós, o amor é a lei maior que Cristo nos deixou. Acredito que este desejo: de que não haja necessitados entre nós não é uma mera utopia, mas uma exigência concreta de nossa fé em Jesus Cristo.
3º - A fração do pão
 Os discípulos de Emaús reconheceram Jesus ao partir o pão, quando eles ouviram a explicação das Escrituras, os seus corações ardiam não de ódio, mas de amor. Assim eles foram capazes de convidar aquele “estranho” para uma refeição. Ao partilhar o alimento, eles foram capazes de reconhecer o Mestre Jesus e ganharam um redobrado ardor missionário e voltaram para Jerusalém para anunciar aos outros a ressurreição de Jesus. Cada vez que nos reunimos em nossas igrejas cristãs para as devidas celebrações, precisamos reconhecer Jesus e nos comprometer com Ele, assumindo nossa fé cristã.
4º - A atitude constante de oração
 A oração, em nossa vida de discípulos de Jesus Cristo, não é um novo mandamento e muito menos uma obrigação; tenho certeza que a oração é, antes de tudo, uma necessidade que se impõe. Só é capaz de orar quem reconhece suas limitações pessoais, basta olharmos o exemplo do fariseu e do publicano que foram ao templo para orar (parábola que Jesus contou e se encontra em Lc. 18, 9-14).
Nesta semana de oração pela unidade dos cristãos, precisamos ter a atitude do publicano que se reconhece como pecador e confia totalmente na misericórdia de Deus. Católicos, luteranos e os demais cristãos somos todos anunciadores da Palavra de Deus, portanto, devemos ser também unidos nos ensinamentos dos apóstolos.
Pe. Ermindo Rapozo de Assis

quarta-feira, 1 de junho de 2011

JUNHO E JULHO, tempo de festas populares


O sexto e sétimo meses do ano abrem espaço em nossa agenda para grandes festas, com quadrilhas e fogueiras, este tempo é a estação do inverno em nosso hemisfério sul, por isso em muitos lugares de nosso Brasil, faz frio intenso, há cidade do sul em que a temperatura fica abaixo de zero. Diante do calor da fogueira de São João ou de São Pedro podemos perguntar: de onde vem este costume tão popular em nosso meio?
Esta tradição de nossa gente brasileira vem de Portugal e tem suas origens em festas do paganismo realizadas na Europa para festejar o solstício de verão que ocorre no dia 24 de junho. Outra explicação, possível para a fogueira de São João, afirma que: Isabel mandou acender uma fogueira para anunciar o nascimento de seu filho, João Batista. Assim, seus vizinhos e parentes vieram se alegrar com Isabel e Zacarias.
No calendário litúrgico, celebramos neste dia o nascimento de São João Batista, aquele que preparou, com sua pregação, a chegada de Jesus Cristo. Às margens do Rio Jordão, ele anunciava a chegada do Messias e orientava o povo judeu a fazer penitência, batizando a todos que o procurava, inclusive o próprio Jesus Cristo. O costume da fogueira não se resume ao dia de São João, mas também nas festas de Santo Antonio, São Pedro e São Paulo.
Nestas festas juninas e julinas a fogueira ganha destaque pelo fogo que ilumina a escuridão da noite, mas acredito que outro grande atrativo vem das comidas típicas, tais como: pédemoleque, canjicão, bolo de fubá, paçoca, quentão, etc. Tudo isso movimenta as pequenas e grandes vilas, deixando todos envoltos num clima de festa e alegria.
Viva São João, Santo Antonio e São Pedro!
Viva nosso povo brasileiro e sua cultura popular!
Padre Ermindo Rapozo de Assis