sábado, 31 de março de 2012
VI CONGRESSO MARIOLÓGICO
Missa no Santuário marca abertura do VI Congresso Mariológico
No dia 23 de março, a Celebração Eucarística das 9h, no Santuário Nacional marcou a abertura do VI Congresso Mariológico de Aparecida, evento realizado pela Academia Marial do Santuário Nacional de Aparecida em parceria com a Faculdade Dehoniana de Taubaté/SP.
A celebração foi presidida pelo Missionário Redentorista, padre Domingos Sávio da Silva.
Estiveram presentes na celebração, o diretor da Academia Marial, padre Antônio Clayton Sant´anna, a palestrante Drª Maria Antônia Marques, Drª Ir. Vera Ivanise Bombonatto, FSP, o padre João Carlos Almeida, SCJ, o Irmão Afonso Murad, FMS, Pe. Alexandre Awi Mello, ISch, entre outros vários sacerdotes e congressistas que participaram do encontro.
Logo após a missa, os cerca de 200 participantes do encontro se dirigiram ao Auditório Padre Noé Sotillo, no subsolo do Santuário Nacional, para o início dos trabalhos.
Maria: símbolo de intercessão para todos os filhos de Deus
Os trabalhos do VI Congresso Mariológico foram abertos com a palestra “A intercessão na Bíblia”, proferida pela Doutora em TeologiaMaria Antônia Marques do Centro Bíblico Verbo.
A professora deixou claro que a intercessão aparece algumas vezes no Antigo Testamento e que São Paulo faz algumas releituras sobre o tema em: Rm 8,27 e Rm 8,34.
Questionada sobre o que o tema intercessão tem a ver com Maria no contexto bíblico, ela lembrou que “Aquele que vive uma relação filial sabe que o amor de mãe é incondicional e que para falar da intercessão de Maria na Bíblia, é preciso relembrar duas passagens fundamentais: Caná (Jo 2, 1ss) e diante da Cruz (Jo 19, 25-27). Essa é a chave para entendermos o objetivo do Evangelho de João, que era demonstrar que Jesus é o Filho de Deus”, afirmou.
A doutora em teologia lembrou que Maria é apresentada como mulher e como mãe de Jesus. “Caná é como um novo Sinai, é uma nova aliança. Nesta aliança estão envolvidos: Jesus, Maria e os discípulos. Jesus representa Deus, que faz a Nova Aliança. Maria, resto fiel do povo de Israel, os que ainda esperavam o Messias e os Discípulos a nova comunidade”, afirmou.
Maria Antonia também lembrou que a nova aliança significa amor, diferente da antiga aliança que tinha como pano de fundo as leis.
“Isso fica claro na passagem das bodas de Caná, quando Maria diz a Jesus que o vinho é pouco e que são muitos convidados. Maria coloca a necessidade a Jesus, pois é a mãe e sabe que Deus é fiel e que o seu amor e a sua aliança não terminou. O milagre do vinho representa a abundância da Nova Aliança, do vinho novo que traz Cristo por intercessão de Maria e por isso, Maria convida os servos à obediência a Deus”.
Durante a palestra, a professora também falou sobre o significado da cruz. Explicou que o símbolo representa a aliança entre a nova comunidade, ou seja, os discípulos e Maria que representa o povo de Israel.
Encerrando suas palavras, Maria Antonia concluiu que ainda hoje Maria intercede pelos seus filhos, por suas necessidades e deu como exemplo o Santuário Nacional, local onde romeiros de todo o Brasil e devotos de todo o mundo procuram para pedir graças e bênçãos.
“São pessoas que não tem vinho e pedem a intercessão de Nossa Senhora Aparecida para resolver os problemas. Isso é a fé”, finalizou.
‘Maria é a grande intercessora junto aos seus filhos’
Buscar as raízes histórico-teológicas da intercessão de Maria. Este foi o intuito da palestra da Drª Irª Vera Ivanise Bombonatto sobre a ‘A intercessão mariana na Tradição’, durante o primeiro dia do VI Congresso Mariológico, no Santuário Nacional.
Segundo Irmã Vera, Maria é a grande intercessora junto aos seus filhos. “Através de sua intercessão, Maria nos ensina a seguir Jesus Cristo e a sermos seus discípulos e missionários”, afirmou Irmã Vera.
De acordo com Irmã Vera Bombonatto, a intercessão de Maria está relacionada a sua maternidade, mesmo não sendo um dogma.
Irmã Vera ressaltou aos Congressistas que Maria esteve presente na vida dos fiéis. “A prática da intercessão de Maria cresceu rapidamente ao longo do tempo”, completou.
A palestrante citou a oração da Ave Maria e seu conteúdo como fruto da reflexão sobre o Ministério de Cristo, a santidade de Maria e a sua maternidade. “As orações dirigidas a Maria tem constantemente a invocação ‘Rogai por nós’. Outra oração que os fiéis também rezam para pedir a intercessão de Maria é a Salve Rainha”, finalizou Irmã Vera Bombonatto.
Maria: ‘A primeira entre os humildes e pobres’
Na tarde do dia 23 de março, os participantes do Congresso acompanharam a palestra do padre João Carlos de Almeida, mais conhecido como padre Joãozinho, da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus sobre o tema ‘A intercessão de Maria no magistério’.
Padre João Carlos de Almeida expôs aos congressistas 40 princípios do magistério da Igreja para a razoabilidade da Intercessão de Maria.
De acordo com o padre, a eficácia de toda intercessão emana de Cristo, único intercessor. Para ele, essa intercessão é singular e uma mediação subordinada ao único mediador, que é Jesus Cristo.
O religioso sublinhou ainda que Maria intercede enquanto Mãe da Igreja e que a sua intercessão é um designo de Deus. “A afirmação de Maria como intercessora tem fundamento na Palavra de Deus, interpretada na Bíblia. A intercessão de Maria é atual e deve ser sempre atualizada na nossa maneira de invocá-la como mãe”, acrescentou.
Padre João Carlos ainda ressaltou alguns pontos importantes entre estes princípios do magistério da Igreja para a razoabilidade da Intercessão de Maria, tais como o de que interceder faz parte da missão de Maria e da sensibilidade de seu povo.
“Maria é a virgem dada à oração, que intercede pela comunhão dos cristãos. Ela é a primeira entre os humildes e pobres”, completou.
Fechando o dia com chave do ouro, o Ir. Afonso Murad, FMS, discorreu sobre o tema: “Uma reflexão teológica sobre a intercessão mariana”.
Diálogo Ecumênico sobre a intercessão: ‘Perspectiva católica e evangélica’
No dia 24 de março, a Celebração Eucarística das 9h, no Altar Central, do Santuário Nacional marcou o início das atividades do segundo dia de atividades do VI Congresso Mariológico.
As reflexões voltaram-se para os fundamentos pastorais do tema ‘Rogai por nós! A intercessão de Maria’.
O padre Marcial Maçaneiro e o pastor Rui Rodrigues promoveram um ‘Diálogo Ecumênico sobre a intercessão. Perspectiva católica e evangélica’. O padre Joãozinho, da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, foi o mediador do debate.
O pastor Rui Rodrigues apresentou aos participantes do congresso algumas razões históricas para o questionamento da intercessão de Maria pelos evangélicos. “Existe uma incompreensão recíproca nas bases de nossas comunidades católicas e evangélica”, afirmou.
Padre Marcial Maçaneiro completou afirmando que é preciso introduzir um diálogo ecumênico nas nossas comunidades de base.
No período da tarde, o Pe. Alexandre Awi Mello, ISch, explanou brilhantemente sobre o tema: “A intercessão nos Santuários Marianos”.
Fechando os círculos de palestras, o Missionário Redentorista Pe. Márcio Fabri dos Anjos expôs aos participantes do Congresso uma profunda “Reflexão pastoral sobre a intercessão mariana”.
Celebração Eucarística marca encerramento do VI Congresso Mariológico
As atividades do VI Congresso Mariológico encerraram-se no domingo (25), no Santuário Nacional. Os congressistas participaram da Celebração Eucarística das 8h, no Altar Central, onde receberam a Benção Final.
A celebração foi presidida pelo reitor do Santuário Nacional, padre Darci Nicioli, que agradeceu o diretor da Academia Marial de Aparecida, padre Antônio Clayton Sant´Anna, C.Ss.R., pela sua dedicação e pela realização do Congresso.
Entre os temas refletidos, alguns aspectos foram destacados como a intercessão de Maria na Bíblia, a intercessão mariana na Tradição, a intercessão mariana no Magistério, uma reflexão teológica sobre a intercessão mariana, um diálogo ecumênico sobre intercessão e a intercessão nos santuários marianos.
As palestras foram apresentadas e debatidas pelos palestrantes Dr. padre João Carlos Almeida, Drª Ir. Vera Bombonato, Drª Maria Antônia Marques, Dr. Irmão Afonso Murad, Dr. Padre Marcial Maçaneiro, pastor Rui Rodrigues, padre Alexandre Awi Mello e Dr. Pe. Márcio Fabri dos Anjos.
Participaram do encontro 200 pessoas, entre membros da Academia Marial, agentes de pastoral, religiosos, estudiosos de Mariologia e devotos de Nossa Senhora.
Portal A12 (Adaptado)
Atenção:
Em breve disponibilizaremos aqui todas as palestras proferidas no VI Congresso Mariológico.
Aguardem!
Publicado em: Notícias
0 Respostas para Síntese do VI Congresso Mariológico
1. Padre Ermindo Rapozo de Assis disse:
O seu comentário está aguardando moderação.
30 de março de 2012 às 15:57
Participei deste congresso e foi uma ótima oportunidade para estudar um pouco sobre Maria, a mãe de Jesus. Acredito que as palestras do congresso
poderiam ser publicadas pela Editória Santuário seguindo a coleção CADERNOS MARIANOS ou em outra forma escrita..
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
ORAÇÃO DA CF 2012
Nós vos louvamos e agradecemos, Senhor Deus de bondade,
Pelo dom da vida que nos dais,
pelo cuidado amoroso para com todos.
Vosso Filho Jesus Cristo, em sua misericórdia,
assumiu as nossas enfermidades e nos concedeu a esperança
de vida em plenitude, para transformar a dor em oblação.
Enviai-nos, Senhor, O Vosso Espírito. Guiai a vossa Igreja,
para que ela se faça solidária às dores e enfermidades
do seu povo, e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém
Que a saúde se difunda sobre a terra. (Eclo 38,8)
Este é o lema da Campanha da Fraternidade de 2012, promovida pela Igreja Católica no Brasil, trata-se do tema Saúde Pública. Nossos bispos escolheram este tema, pensando na realidade vivida por milhões de brasileiros que têm o melhor sistema de saúde pública da América Latina, mas enfrentam ainda muitas filas e mau atendimento. Certamente, todas as comunidades católicas estarão envolvidas nesta campanha no tempo quaresmal.
Em toda Escritura Sagrada, encontramos vários textos que falam de doenças e curas; especialmente nos evangelhos, encontramos o carinho dispensado por Jesus aos enfermos. Fico impressionado por todas as curas que Jesus realizou! Sempre aparece um questionamento pessoal: será que estou acolhendo bem as pessoas adoentadas? Acredito na ciência dos médicos e procuro dar-lhes o devido reconhecimento, todavia penso no poder de cura que um abraço pode trazer, ou simplesmente num aperto de mão. O cuidar de um doente é uma nobre missão, saber administrar um medicamento ao paciente é uma sabedoria que vale ouro e sem dúvida o carinho, que demonstramos, produz milagre na vida da gente. Assim vamos difundindo a saúde por todo o planeta em que moramos.
Saibamos cuidar da saúde alheia, sem esquecer nosso bem estar; vamos todos ter uma vida equilibrada, longe dos vícios e dos maus hábitos alimentares. Busquemos sempre praticar exercícios físicos e respirar ar puro, sem poluição.
PADRE ERMINDO RAPOZO DE ASSIS
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Maria inspira o nosso “sim”
Hoje celebramos o quarto e último domingo do
Advento. A Palavra de Deus nos conduz a um dos personagens principais
relacionados com o Natal, que é Maria de Nazaré. Ela se fez disponível para o
plano de Deus, para a salvação da humanidade. É tempo de recordar os nossos
“sins” dados ao Senhor durante nossas vidas e pedir para que continuemos fiéis,
renovando a nossa adesão ao chamado do Senhor.
A oração de coleta deste domingo fornece e orienta
a nossa oração: "Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para
que, conhecendo pela mensagem do Anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por
sua paixão e cruz, à glória da ressurreição”. Esta, inclusive, é a oração de
conclusão do “Angelus”, rezado às 6, 12 e 18 horas de cada dia.
O evangelho da Anunciação (cf. Lc. 1,26-38) nos
leva diretamente para a casa onde o anjo Gabriel aparece a uma jovem e digna
filha de Israel para revelar a vontade de Deus e pedir a sua cooperação no
plano da redenção. Tudo vai partir do Sim integral que Maria disse a Deus, com
tudo de si mesma e a sua beleza. O texto de Lucas fala-nos da Anunciação e,
assim, já nos coloca dentro do clima de Natal.
Preparar-se para o Natal significa pedir emprestado
a Nossa Senhora o que ela nos oferece como modelo de comportamento em relação
ao Todo-Poderoso. Maria está diante de nós como um modelo da nossa fé, capaz de
acolher todas as iniciativas de Deus.
Como para Maria, também para nós é possível
responder ao chamado de Deus, que é o chamado à santidade. Uma chamada que
começa exatamente neste evento da Anunciação, quando o sim de Maria abre a
iniciativa de Deus de encarnar-se na história da humanidade através da ação do
Espírito Santo. Podemos, dignamente, preparar o Natal, e ainda há tempo para
fazê-lo se assumirmos uma atitude de serviço humilde a Deus, dizendo também o
nosso “sim”.
É necessário preparar-se para o Natal de um modo
digno do Senhor, como nos recorda a primeira leitura deste domingo (cf. 2Sm
7,1-5.8b-12.14a.16), apresentando-nos a figura do rei Davi. Deus quer construir
em nós a Sua casa. O Natal é preparar um lar adequado para que nele possa
habitar o Salvador. E nós sabemos que no lugar em que Ele está, a casa é
estável e duradoura, resiste a qualquer impacto da tempestade e da violência e
não tem medo de nenhum ataque de qualquer gênero.
Na segunda leitura de hoje (cf. Rm 16,25-27),
encontramos o significado teológico da nossa expectativa e esperança no Senhor.
São Paulo escreve com grande simplicidade, mas também com profundidade,
maravilhosas palavras para indicar um caminho de vida espiritual e moral para
percorrer, a fim de que possamos conhecer a manifestação do mistério no
encontro com Cristo.
A liturgia deste domingo, situado dentro da semana
de preparação próxima para o Natal, nos ajuda a celebrá-lo da melhor maneira,
como rezamos num dos prefácios do Advento, e fixar o olhar em Cristo inspirados
em Maria: "Predito por todos os profetas, esperado com amor de mãe pela
Virgem Maria, Jesus foi anunciado e mostrado presente no mundo por São João
Batista. O próprio Senhor nos dá a alegria de entrarmos agora no mistério do
seu natal, para que sua chegada nos encontre vigilantes na oração e celebrando
os seus louvores”.
Preparemo-nos cristãmente para o Natal! Busquemos
contemplar a simplicidade do presépio! Voltemos agora o olhar para Maria e
José, que esperam o nascimento de Jesus, e aprendamos deles o segredo do recolhimento
para saborear a alegria do Natal.
Preparemo-nos para acolher, com fé, o Redentor que
vem para estar conosco, Palavra de amor de Deus para a humanidade de todos os
tempos.
Dom Orani João Tempesta, O. Cist.
Arcebispo
Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro - RJ
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Neste dia 25 de dezembro celebraremos todos juntos o nascimento do Menino Jesus! Ele veio ao mundo trazendo sua mensagem de paz e salvação para a humanidade, foi crucificado e ressuscitou no terceiro dia para salvar todos os seres humanos, assim nós acreditamos e professamos nossa fé cristã.
Vamos todos celebrar o verdadeiro natal, sem opressão, sem odio, sem guerras, sem corrupção, sem violência nas ruas, sem drogas... Eu acredito que isto é possível e você, acredita neste natal?....
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
MARIA na Liturgia do Advento
“Nós vos louvamos, bendizemos e glorificamos pelo mistério da Virgem Maria, Mãe de Deus” (Prefacio Advento IIA).
Toda grande festa tem uma profunda preparação que a antecede, assim nós encontramos o verdadeiro significado do Advento, como tempo propício para nossa preparação da Solene Festa do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Assim toda a Igreja se reúne em torno da Palavra para celebrar o Mistério da Encarnação do Filho de Deus no seio da Bem-aventurada Virgem Maria.
O advento é o tempo litúrgico mais mariano do ano, embora na piedade popular apareça o mês de maio, como mês de Maria. Nas quatro semanas que antecede o Natal, Maria se apresenta como a Arca da Aliança, o Tabernáculo de Deus aqui na terra, pois carrega no ventre o próprio Deus. Olhando para Maria grávida por obra do Espírito Santo, nós cristãos percebemos a força do seu Sim dado no momento da Anunciação do anjo Gabriel, com muita liberdade e consciência de sua missão de Redenptoris Mater (Mãe do Redentor). Também em nossas liturgias Deus vem ao nosso encontro, através de sua Palavra e assim estabelece um diálogo entre o Criador e sua criatura. Tendo Maria, como modelo de fé, nós daremos também o nosso sim livre e consciente a Deus; buscando assumir nossa condição de discípulos e missionários.
Neste tempo litúrgico encontramos ainda uma solenidade e uma festa mariana. No dia 08 de dezembro, celebramos solenemente a Imaculada Conceição de Maria, “Maria é a toda santa, isenta de toda mancha de pecado, pelo Espírito Santo como que plasmada e feita nova criatura” (LG 56). Assim esta verdade de fé é celebrada com muita solenidade dentro do tempo do Advento; ainda encontramos no dia 12 de dezembro a festa de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira de todo o continente latinoamericano. PADRE ERMINDO RAPOZO DE ASSIS
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